domingo, 24 de agosto de 2014

Quem sou eu?

(Imagem do Google)

"De onde vim?" "Por que nasci?" "Para onde vou?" "Quem sou eu?" Esses eram apenas alguns dos dilemas que a rodeava. Naquela noite de sábado, sua cabeça fervilhava feito panela de pressão. Cansada ao extremo, mas por mais que seu corpo implorasse, sua mente não parava de trabalhar. Vontade de chorar, de rir, de agradecer e ao mesmo tempo sair correndo porque, o que está diante dos seus olhos é demais para ela.

Um misto de sentimentos a invadiu como um furacão. Sente que tudo está se perdendo, como areia nas mãos, que não se pode segurar. Sente-se tão pequena e inconstante para tomar grandes e eternas decisões. Em contrapartida sente-se como a pessoa mais feliz e mais amada do mundo inteiro!

Nesse processo todo de autoconhecimento, de descoberta da identidade mais profunda que carrega, daquilo que é o cerne de sua alma; as emoções são diversas e completamente impossíveis de descrever em palavras. É preciso ser sentido. É necessário ser vivido para entender.

Esse texto não terá conclusão, pois os questionamentos nunca serão por completos respondidos, porque o que ela procura não tem fim. É uma imensidão de bondade, de amor que a ultrapassa e a constrange todos os dias. Tem um profundo desejo em ser melhor, de ser aquilo o que Deus sonhou que ela fosse por toda vida. É essa busca que a mantém viva.

Por: Carol Cunha

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